Outra palestra que me chamou a atenção foi do Guilherme Gomide, diretor da Mídia Digital.
Ele começou citando dados da Nielsen sobre internet e redes sociais:
- O tempo de navegação em redes sociais cresceu a uma taxa 3 vezes maior do que outras atividades na web.
- 2/3 da pop mundial já visitou sites de redes sociais
- Uso de redes sociais já superou uso do e-mail pessoal
Depois, fez um paralelo relacionando as mídias sociais aos negócios:
- Entender o que é dito nestes ambientes
- Criar buzz
- Aumentar exposição da marca
- Identificar pessoas que ajudem a divulgar produto/serviço
- Aumentar a visibilidade nos mecanismos de busca
- Atuar como ferramenta competitiva
- Ajudar no relacionamento com clientes
- Ser um canal de divulgação instantâneo e certeiro
E finalizou: Controle? Não, mas é possível criar mecanismos de gestão, denúncia, mas nunca de censura.
Fechando com chave de ouro: "Social media deve estar inserido em todas as áreas da agência, não adianta departamentalizar. É preciso, ouvir, entender e agir".
Return on engajement é a maior métrica que se pode ter, não? :-)
Espaço para discussão de questões emergentes em Relações Públicas e em Comunicação Organizacional. Siga-me em www.twitter.com/carolterra.
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13 março 2009
II Digital Media Conference
Participei, na quarta-feira, do II Digital Media Conference e vou compartilhar aqui com vocês algumas anotações que fiz.
Comentários são bem-vindos.
A palestra do Abel Reis, da Agência Click, foi bacana no sentido de que ele apontou algumas tendências na comunicação para esse ano de 2009:
1.Creating time – meios digitais tornaram o tempo elástico. O tempo já foi uma dimensão absoluta da natureza até que Einstein entendeu que era relativo. Esse tempo elástico é um dos pontos de maior atenção para as marcas que querem ter presença na vida das pessoas.
2.2009 não será um ano de grandes rupturas. 4 forças de consolidação:
a.Nomadismo – meios digitais nos equipam com exoesqueleto (digital) necessário para se navegar na vida urbana.
- Tecnologia de celular chamada Near Field (ou Tool) Communications. Tornar o celular uma bússola na vida, muito além da voz.
b.Des’site’lização – o site é apenas uma das múltiplas pernas da presença digital do cliente. A presença nos meios digitais ficará muito mais complexa nos próximos anos. A campanha do Obama não foi pautada no seu site, mas distribuída nos meios digitais.
c.Experiências sinestésicas – digital vai ultrapassar a experiência de internet como conhecemos hoje (vai além dos cliques e links). Ex. restaurante japonês nos EUA que projeta o menu no prato ou aplicativo da carlsberg para iphone.
d.Open source branding – trabalho colaborativo em larga escala. A marca é um objeto social que circula nas redes (digitais ou não) que dá sentido à vida das pessoas e por isso elas querem dialogar. Ex. bug em um jogo da electronic arts em que Tiger Woods caminhava sobre as águas. A resposta foi da própria EASports fazendo um vídeo com Tiger Woods jogando sobre as águas.
Comentários são bem-vindos.
A palestra do Abel Reis, da Agência Click, foi bacana no sentido de que ele apontou algumas tendências na comunicação para esse ano de 2009:
1.Creating time – meios digitais tornaram o tempo elástico. O tempo já foi uma dimensão absoluta da natureza até que Einstein entendeu que era relativo. Esse tempo elástico é um dos pontos de maior atenção para as marcas que querem ter presença na vida das pessoas.
2.2009 não será um ano de grandes rupturas. 4 forças de consolidação:
a.Nomadismo – meios digitais nos equipam com exoesqueleto (digital) necessário para se navegar na vida urbana.
- Tecnologia de celular chamada Near Field (ou Tool) Communications. Tornar o celular uma bússola na vida, muito além da voz.
b.Des’site’lização – o site é apenas uma das múltiplas pernas da presença digital do cliente. A presença nos meios digitais ficará muito mais complexa nos próximos anos. A campanha do Obama não foi pautada no seu site, mas distribuída nos meios digitais.
c.Experiências sinestésicas – digital vai ultrapassar a experiência de internet como conhecemos hoje (vai além dos cliques e links). Ex. restaurante japonês nos EUA que projeta o menu no prato ou aplicativo da carlsberg para iphone.
d.Open source branding – trabalho colaborativo em larga escala. A marca é um objeto social que circula nas redes (digitais ou não) que dá sentido à vida das pessoas e por isso elas querem dialogar. Ex. bug em um jogo da electronic arts em que Tiger Woods caminhava sobre as águas. A resposta foi da própria EASports fazendo um vídeo com Tiger Woods jogando sobre as águas.
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